Mais do que mãos e olhos envoltos de significantes e enunciações. Um universo visual e gestual se alinha à cultura do olhar. Helayne não entendia as palmas em volta de um bolo com velas acesas. Shirley pensava que todas as crianças eram surdas, não entendia porque moviam a boca. Sentidos incompletos na via paralela dos incompreensíveis decibéis, no entanto, sendo produzidos no poder sideral de registro dos olhos. A surdez que se narra com marcas culturais em relevo. Um documentário que põe o espelho para que os sujeitos surdos definam como se veem. Através dos depoimentos, é possível compreender sua experiência linguística e sensorial como domínios da Cultura Surda. Ser surdo é Ver-se, é Sentir-se.

(Este é um trabalho experimental de conclusão do Curso de Comunicação Social – Jornalismo em Multimeios dos estudantes Raphael Barbosa e Tiago Crateús, orientado pela professora Fabíola Moura).

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